Si se callase el ruido, Ismael Serrano, tradução

Si se callase el ruido, Ismael Serrano, tradução. Linda música do álgum: Sueños de un hombre despierto de 2007.

Não te deixarão dormir esses estrondos infinitos
que tentam encher os dias de sombras e inimigos.
Um estrondo trovejante, insiste em silenciar
as perguntas, as nuances, o murmúrio dos “ojalás”.

Não te deixarão dormir esses estrondos infinitos
que tentam encher os dias de sombras e inimigos.
Um estrondo trovejante, insiste em silenciar
as perguntas, as nuances, o murmúrio dos “ojalás”.

Ruído de patriotas que se envolvem em bandeiras,
Confundem a pátria com as ordens das suas cavernas.
Ruído dos convertidos que, caídos do cavalo,
Semeiam seu rancor perseguidos por seus pecados.

Se se calasse o ruídos
ouvirias a chuva cair
limpando a cidade dos fantasmas,
Te ouviria falando em sonhos
e abriria as janelas.

Se se calasse o ruído
talvez pudéssemos conversar
e soprar sobre as feridas,
talvez entenderias
que nos fica a esperança.

Ruído de iluminados gritam desde suas fogueiras
Trazendo o fim do mundo… a luz da diferença.
Ruído dos inquisidores nos falando de liberdades
rasgando, com seus gritos, seu verniz de tolerantes.

Nunca teve a batalha, tanto ruído de guerreiros,
Eles trazem de suas ameias, a paz dos cemitérios.
Fale-me sobre seus abraços, sobre o nosso amor imperfeito
da luz de sua utopia, que sua voz cubra essa ruptura.

Se se calasse o ruídos
ouvirias a chuva cair
limpando a cidade dos fantasmas,
Te ouviria falando em sonhos
e abriria as janelas.

Se se calasse o ruído
talvez pudéssemos conversar
e soprar sobre as feridas,
talvez entenderias
que nos fica a esperança.

Se se calasse o ruídos
ouvirias a chuva cair
limpando a cidade dos fantasmas,
Te ouviria falando em sonhos
e abriria as janelas.

Se se calasse o ruído
talvez pudéssemos conversar
e soprar sobre as feridas,
talvez entenderias
que nos fica a esperança.

Se se calasse o ruído
ouvirias a chuva cair
limpando a cidade dos fantasmas,
Te ouviria falando em sonhos
e abriria as janelas…

Se se calasse o ruído
talvez pudéssemos conversar
e soprar sobre as feridas,
talvez entenderias
que nos fica a esperança.

Se se calasse o ruídos
ouvirias a chuva cair
limpando a cidade dos fantasmas,
Te ouviria falando em sonhos
e abriria as janelas…

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Engenheiro, funcionário público, metido a escritor e ilustrador... Publicou na Quark, Scarium e e-nigma. Membro fundador da Oficina de Escritores, vem tentando sua própria jornada do herói na vida, e a viagem do escritor, nos blogs e na OE.

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