Flashforward – o livro

flashforward“Em 6 de Outubro de 2009, o mundo ‘apagou’, por 2 minutos e 17 segundos. E todos viram o futuro.”

Assim começava cada episódio… bom, assim também começava o meu post anterior sobre o assunto: Flashforward – não devia ter acabado onde comentei do romance de 1999 “Flashforward” de ficção científica escrito por Robert J. Sawyer.

Mesmo sabendo do cancelamento assisti até o último episódio dispnível. É fantásica (a série). Valeu cada minuto. Cheia de reviravoltas, a cada novo episódio novas revelações, novas mudanças de rumo. Uma grande lastima ter sido cancelada.

Contei por lá, que encontrei o livro para ler e saber, afinal de contas, de que se tratava tudo aquilo, ledo engano. Não sei como o livro chegou a finalista para o prêmio Hugo em 1999. Até que é interessante, flui levemente, mas não tem nada, nada mesmo, de novo. Até cita “A Máquina do tempo” de H.G Wells do qual parece ser um remake.

De comparável ao seriado só tem o evento do flasforward, que no livro é de 21 anos no futuro, um flash em 2009 do que seria o ano 2030, e aluns nomes do livro que foram usados na série, o físico chefe, Lloyd Simcoe, o nome de Dimítrios, mas em um personagem totalmente diferente, uma gravides indesejada que se mostra legal no flash…, mas nada além.

A trama da séria que prendeu a todos. Quem provocou, como havia as tais torres na Somália, como havia pessoas acordadas, isso não vem do livro, do livro, como já disse, o evento, o experimento no LHC e alguns nomes.

Decepcionante!

Veja também:

Compartilhe:

MigX

Engenheiro, funcionário público, metido a escritor e ilustrador... Publicou na Quark, Scarium e e-nigma. Membro fundador da Oficina de Escritores, vem tentando sua própria jornada do herói na vida, e a viagem do escritor, nos blogs e na OE.

3 comentários em “Flashforward – o livro

  • 6 de fevereiro de 2012 em 14:41
    Permalink

    Decepcionante foi o cancelamento da série.
    Mas a dúvida que mais intrigante, o mistério mais instigante, a questão mais inexplicável é:
    – O que existe dentro do crânio dos produtores de TV americana que não conseguiram ver o potencial da série.
    Poderiam pelo menos fazer um telefilme para dar uma conclusão à trama.

    Resposta
    • 7 de fevereiro de 2012 em 04:46
      Permalink

      Ae, Marcelo, tudo certo?
      Realmente podiam fazer isso.
      Resumir o conteudo relevante, colocar num filme e pronto.
      Mas respeito com o espectador é coisa que nunca existiu.

      Resposta
  • 30 de julho de 2015 em 03:22
    Permalink

    Também acho que foi uma pena não continuarem a série, mas talvez foi por que tinham tanta boas ideias na primeira temporada que não sabiam como continuar a segunda no mesmo nível. Vai saber. Eu amei de coração essa série de uma temporada só e espero q um dia continue, quem sabe? Só citando um trecho q me lembro sempre, quando uma mulher diz: “você matou aquele homem para mandar uma mensagem. Mensagem recebida”, e sobre o livro, puxa estou realmente triste q ele não seja tão emocionante quanto a série. “é minha casa também”, frase do Dylan. E aquela japonesa linda q foi para os eua, só fiquei boiando um pouco pq falava japonês e eu assisti sem ninguém para ler a legenda pra mim.

    Resposta

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *